JOGOS: Streets of Rage | Mega Drive

21.10.26

Nesta nova rúbrica no BLOG vamos, tal como o título indica, VAMOS FALAR DE JOGOS, mais concretamente aqueles que terminei recentemente.

Os artigos não serão análises detalhadas e exaustivas, até porque para isso existe um segmento dedicado a esse assunto, ANÁLISES. O pretendido é relatar aquilo que eu achei da experiência no seu computo geral, destacando alguns momentos que foram mais marcantes, bem como indicar aqueles que não me agradaram tanto. Num fundo, o texto descontraído sobre aquilo que tanto gostamos, os jogos.

Streets of Rage: Um título que marcou uma era

Jogar Streets of Rage é recordar uma época em que não precisávamos de grandes histórias ou gráficos impressionantes para nos divertirmos, pois bastava escolher uma personagem, entrar nas ruas e distribuir pancadaria a todos os inimigos que apareciam pelo caminho. Aquilo de que mais gostei foi a simplicidade da experiência, pois é fácil começar a jogar, os combates são descomplexados e existe sempre aquela vontade de avançar mais um cenário para descobrir o que vem a seguir.

Escolher entre Axel, Blaze e Adam também dá alguma variedade à aventura, e jogar com um amigo ainda torna a experiência mais divertida, pois há qualquer coisa de especial em enfrentar os inimigos lado a lado, mesmo quando a confusão toma conta do ecrã. Outro aspeto que merece destaque é a banda sonora, uma vez que as músicas possuem um ritmo fantástico e encaixam perfeitamente na ação, dando ainda mais personalidade ao jogo.

Jogar Streets of Rage é recordar uma época em que não precisávamos de grandes histórias ou gráficos impressionantes para nos divertirmos...

Naturalmente, nem tudo é perfeito e ao fim de algum tempo, os combates começam a tornar-se um pouco repetitivos, porque a fórmula muda pouco de cenário para cenário e certos inimigos conseguem ser bastante irritantes, tornando alguns momentos mais frustrantes do que divertidos. Ainda assim, são pormenores que não estragam a experiência no seu global, isto porque Streets of Rage continua a ser um daqueles jogos a que sabe bem regressar, sobretudo pela diversão imediata e pelo ambiente típico dos clássicos da SEGA.

Resumindo, o que fica é a memória de um jogo simples, divertido e viciante, daqueles que nos faziam pegar no comando para jogar apenas uns minutos e acabávamos por ficar muito mais tempo. E quando assim é, está tudo dito sobre a qualidade do jogo! 


 

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