JOGOS: Cuphead – Delicious Last Course | Análise

15.7.22

Sensivelmente dois anos após o lançamento do jogo CupHead para a PlayStation 4, cuja análise pode ser lida no link, o Studio MDHR disponibilizou uma nova expansão (DLC) de nome Cuphead – Delicious Last Course.

Cuphead e Mugman, logo na Ilha Tinteiro, o primeiro mapa do jogo original, são avisados que a The Legendary Chalice precisa de auxilio e são convidados a partir de barco para uma outra localidade. Ms. Chalice aparenta estar numa forma de fantasma e oferece um biscoito a Mugman, que como seria de esperar, aceita sem objeções. Subitamente, mudam de forma, ou seja, Mugman adota um formato fantasmagórico e Ms. Chalice fica com aparência normal. Mas tudo não passou de uma brincadeira, uma vez que o efeito é passageiro. Ms. Chalice leva-os junto do Chef Saltbaker e explica que precisa de ajuda para criar a Wondertart de modo a traze-la à vida, permanentemente. O trio parte numa aventura, onde terão que enfrentar cinco bosses, para depois de os superar, recolher cinco ingredientes para criar a Wondertart.

A novidade é sem dúvida a personagem Ms. Chalice que agora é jogável, apresentando novas armas e habilidades. Salta imediatamente à vista a vida extra que possui, para além de conseguir realizar um salto duplo e um movimento de desviar, sendo extremamente útil para determinados momentos e ocasiões. Porém, no reverso da medalha, os bosses são efetivamente mais impiedosos e monstruosos, sendo claramente piores do que aqueles presentes no título original, que de amigáveis tinham muito pouco.

A novidade é sem dúvida a personagem Ms. Chalice que agora é jogável, apresentando novas armas e habilidades.

O restante, ou seja, a jogabilidade, longevidade, grafismo e sonoplastia, mantêm o mesmo nível do jogo original, deixando aqui pequenos excertos do que escrevi quando analisei o Cuphead.

JOGABILIDADE: “Um jogo deste estilo tem que ter obrigatoriamente uma jogabilidade simples e de rápida absorção, sendo que em Cuphead isso efetivamente se verifica, uma vez que poucos são os botões que temos ao dispor. E não se deixem enganar pela simplicidade da jogabilidade, pois o jogo é incrivelmente complexo, no entanto mesmo tempo desafiador e viciante.”

LONGEVIDADE: “Foram inúmeras as vezes que afirmei mentalmente para mim mesmo que só fazia mais uma tentativa, quando na realidade passavam-se largos minutos e ainda estava a suar para tentar terminar determinada fase.”

GRAFISMO E SONOPLASTIA: “Uma palavra para o grafismo, que está sublime, recriando perfeitamente o ambiente dos desenhos animados daquela época. É realmente prazeroso, não só voltar às animações ou banda desenhadas dos anos 30, como agora é possível vivenciar por dentro sendo a personagem principal da aventura. Para finalizar, uma menção honrosa para a banda sonora, composta por Kristofer Maddigan que faz do jazz o tema principal e que dá um cunho particular a esta aventura.”

Porém, no reverso da medalha, os bosses são efetivamente mais impiedosos e monstruosos, sendo claramente piores do que aqueles presentes no título original

Em suma, Cuphead - Delicious Last Course acrescenta conteúdo a um título tremendamente desafiante e intenso, claramente direcionado para os que apreciam um bom desafio, uma vez que poderá rapidamente saturar aqueles que esperam um jogo fácil e pouco complexo.

Esta análise foi realizada com uma cópia de análise cedida pelo estúdio de produção e/ou representante nacional de relações públicas


 
 

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